Estado garante exames de DNA, proteção da infância e óculos para deficientes em Londrina

Os programas são voltados para as crianças e adolescentes, pessoas com deficiência e público em geral. Na UEL, o Governo assinou o termo de cooperação técnico-financeiro com a instituição para a implantação do projeto de investigação de paternidade, por meio de análise de DNA.
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01/12/2021 - 18:30
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A Secretaria de Justiça, Família e Trabalho levou uma série de ações do Governo para o município de Londrina nesta quarta-feira (1º). Os programas são voltados para as crianças e adolescentes, pessoas com deficiência e público em geral. 

Uma das ações é a entrega do óculos OrCam, que permite a leitura de material impresso para cegos. O “OrCam MyEye” é um dispositivo de tecnologia israelense para pessoas com deficiência visual ou com dificuldade de leitura que ajuda pessoas a lerem textos impressos ou digitais, de perto ou de longe, em três línguas (português, inglês ou espanhol).

O dispositivo fotografa e transforma instantaneamente textos de qualquer superfície em áudio. Isto acontece com livros, jornais, revistas, placas de rua, cardápios de restaurantes, nomes de lojas, mensagens do celular, folhetos e cédulas de dinheiro.

Na Universidade Estadual de Londrina (UEL), o Governo do Estado assinou o termo de cooperação técnico-financeiro com a instituição para a implantação do projeto de investigação de paternidade, por meio de análise de DNA.

Os exames serão financiados com recursos do Fundo da Infância e da Adolescência (FIA), deliberados pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca), para atender famílias em vulnerabilidade social que procuram a Justiça em busca de uma solução. O investimento é de R$ 1,1 milhão, através de repasse único para manutenção dos equipamentos e aquisição de insumos para realização dos exames.

O laboratório atenderá todos os 399 municípios, e as amostras serão recolhidas nos laboratórios da Polícia Científica, que conta com 28 unidades distribuídas em 18 cidades. A Fundação Araucária vai custear as bolsas dos pesquisadores que serão responsáveis pelos exames. O edital de seleção deste pessoal está na fase final e deve ser concluído ainda neste mês.

“Cerca de 6% das crianças brasileiras não têm o nome do pai na certidão de nascimento. Isso gera problemas gravíssimos. Junto com a UEL, nós estamos desatando um grande nó e tirando do papel a ideia de termos um laboratório para realizar os exames de DNA e garantir às crianças os direitos que lhes são devidos por lei”, declarou o secretário de Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

Ainda foi oficializada a adesão do município de Londrina ao Força-Tarefa Infância Segura (Fortis), programa idealizado pelo Estado para proteção das crianças.

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    Estado garante exames de DNA, proteção da infância e óculos para deficientes em Londrina
    Foto: SEJUF
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