Com a redução das chuvas, Copel diminui liberação de água para o rio Capivari

Segundo análise da área de Hidrologia da Copel, o rio Capivari atingiu as maiores vazões históricas registradas desde 1931, quando teve início o monitoramento hidrológico no local. Comportas da Usina Governador Parigot de Souza estão abertas.
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Com a redução do volume de água que chega ao reservatório do Capivari, que abastece a Usina Governador Parigot de Souza, a Copel vem desde quinta-feira (01) reduzindo gradativamente a abertura das comportas do vertedouro até chegar na vazão vertida de 60 m³/s – que deverá ser mantida ao longo do final de semana, se não houver mais aumento de nível do reservatório por conta de novas chuvas. No pico da cheia, quarta-feira (30), o vertimento chegou a 154 m³/s. 

Segundo análise da área de Hidrologia da Copel, o rio Capivari atingiu as maiores vazões históricas registradas desde 1931, quando teve início o monitoramento hidrológico no local. Na terça-feira (29), a média diária de vazão afluente (que chegou ao reservatório) foi de 397 m³/s. Os eventos considerados recordes anteriores ocorreram em 1958 e 1995, com média diária de vazão afluente de 299 m³/s e 293 m³/s, respectivamente. 

A barragem instalada no rio Capivari para abastecer a usina vinha cumprindo a função de acumulação de água e a hidrelétrica operando com as quatro máquinas em potência máxima. Mesmo assim, a empresa precisou abrir parcialmente as comportas do vertedouro para escoar o excesso de água do reservatório – fato que não ocorria desde 2016. 

Para acompanhar a situação hidrológica dos reservatórios da Copel em tempo real, acesse: https://www.copel.com/mhbweb/paginas/monitoramento.jsf.

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