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Governo do Estado faz primeira entrega de alimentos do Compra Direta em Curitiba

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O Governo do Estado realizou na manhã desta quarta-feira (28) a primeira entrega de alimentos do Programa Compra Direta Paraná em Curitiba em 2021. O lançamento simbólico aconteceu no Asilo São Vicente de Paulo, no bairro Juvevê, com produtos da Cooperativa de Agricultores Orgânicos e de Produção Agroecológica (Coaopa). A cerimônia contou com a presença do secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.   -  Curitiba, 28/07/2021  -  Foto: José Fernando Ogura/AEN
© José Fernando Ogura/AEN

O Governo do Estado entregou nesta quarta-feira (28) o primeiro lote de alimentos do Programa Compra Direta Paraná em Curitiba em 2021. O lançamento simbólico aconteceu no Asilo São Vicente de Paulo, no bairro Juvevê, com produtos da Cooperativa de Agricultores Orgânicos e de Produção Agroecológica (Coaopa). A cerimônia contou com a presença do secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. A primeira entrega do ano no Estado aconteceu no dia 21 deste mês no município de Japurá.

Por meio do programa são adquiridos, de forma emergencial, alimentos destinados à rede socioassistencial, o que inclui restaurantes populares, cozinhas comunitárias, hospitais filantrópicos, entre outros. Também são atendidos Centros de Referência em Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Atestada a entrega dos produtos nas condições exigidas pelo edital, o Estado faz o pagamento para a associação ou para a cooperativa.

Neste ano, está previsto um investimento de R$ 27 milhões. Cerca de 150 cooperativas e associações da agricultura familiar se credenciaram. “É uma ação muito importante para as duas pontas: ajuda a agricultura familiar e garante proteção social a quem passa por dificuldades. Faz parte de um conjunto grande de iniciativas pela segurança alimentar”, disse Ortigara.

Segundo o presidente da Coaopa, Luciano Escher, o programa é fundamental, especialmente neste período de pandemia, quando muitos agricultores tiveram sua produção e vendas reduzidas. “Funciona como um canal de comercialização para esses produtores. Isso acaba levando uma segurança para eles, sabendo que terão uma renda”, afirmou. A cooperativa entregou ao asilo produtos como mandioca, poncã, salsinha, temperos, pão, doces de frutas e repolho.

O asilo São Vicente de Paulo abriga 150 mulheres e, assim como outras instituições de apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade social, contou com a sensibilização da sociedade e do poder público durante a pandemia para receber apoio.

“Nós precisamos de ajuda para sustentar essa casa. E o Compra Direta é uma política pública importantíssima, com apoio às instituições e à agricultura familiar. Estamos colocando na mesa um produto de qualidade para as pessoas que mais precisam”, diz o diretor da instituição, padre José Aparecido Pinto.

INTERIOR – O Núcleo Regional de Cianorte foi o primeiro do Estado a promover a entrega dos produtos do Compra Direta, em 21 de julho. O evento foi em Japurá, com a presença de autoridades, entre elas a prefeita Adriana Polizer e o chefe do núcleo da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento de Cianorte, Francisco Cascardo Neto.

A Cooperativa Cruzeiro do Sul entregou 153 quilos de alimentos, entre frutas, verduras, pães e bolachas, para o Centro de Referência de Assistência Social (Cras). No município, três cooperativas e associações da agricultura familiar vão atender, pelo programa, aproximadamente 350 famílias em situação de vulnerabilidade.

POLÍTICA PÚBLICA – O primeiro edital do Compra Direta, em 2020, destinou R$ 20 milhões. Aproximadamente 12,5 mil agricultores vinculados a 147 cooperativas ou associações de pequenos produtores participaram. Eles forneceram gêneros alimentícios a mais de 900 entidades, com estimativa de atendimento a cerca de 530 mil pessoas.

O Decreto 7.306, de 13 de abril de 2021, transforma o Compra Direta Paraná em uma política de Estado. Os recursos são do Fundo Estadual de Combate à Pobreza.

A chefe do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional (Desan), Márcia Stolarski, explica que as compras governamentais de alimentos fortalecem os circuitos locais e regionais, além das redes de comercialização. “Além disso, valorizam a biodiversidade e a produção orgânica, incentivam hábitos alimentares saudáveis e estimulam o cooperativismo e o associativismo”, arremata.

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