Outubro Rosa

Rádio - Notícias

13/10/2021

Paraná é o primeiro estado a aderir ao plano nacional que busca reduzir mortes e lesões no trânsito


O governo do Paraná foi o primeiro a firmar compromisso com o novo Pnatrans, Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito. O documento, que foi revisado, aprimorado e publicado no dia 17 de setembro, é um plano de metas focado em reduzir o índice de mortos no trânsito e conta com a inclusão de princípios e ações que alinham o país à agenda global de segurança viária. Também reforça o compromisso de reduzir em pelo menos 50% as mortes no trânsito brasileiro dentro de um período de 10 anos. A formalização do compromisso do Paraná com o Plano foi assinada pelo governador, Carlos Massa Ratinho Junior, durante o evento de abertura da Semana Nacional de Trânsito, em 20 de setembro, e que contou com a presença do secretário Nacional de Trânsito, Frederico de Moura Carneiro. Ratinho Junior disse ser uma iniciativa importante para meta de reduzir vítimas do trânsito, o que é a prioridade nesta área. //SONORA RATINHO JUNIOR// O governador destacou ainda que o Detran-PR é um dos mais modernos e inovador do País e reforça constantemente ações de segurança e, principalmente, de educação no trânsito. //SONORA RATINHO JUNIOR// A Senatran, do Ministério da Infraestrutura, é o órgão federal à frente do Plano. Segundo o secretário nacional do Trânsito, Frederico Carneiro, as ações e metas previstas no novo Plano têm o potencial de preservar 86 mil vidas no período. Os gastos evitados com saúde pública e previdência chegariam a 290 bilhões de reais. Além da redução de mortes e lesões, o Pnatrans também busca aumentar em, ao menos, 20% a participação de modos ativos na mobilidade urbana do Brasil. O secretário explicou que é uma série de ações que dão direção ao Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito. //SONORA FREDERICO CARNEIRO// O novo Pnatrans também incorporou conceitos de Visão Zero e sistemas seguros, abordagens que partem do princípio de que seres humanos cometem erros, e a responsabilidade por evitar feridos e mortos no trânsito é compartilhada entre quem utiliza, projeta, constrói e fiscaliza o espaço viário. (Repórter: Flávio Rehme)


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