O Centro Logístico da Ferroeste, em Cascavel, vai ganhar dois novos silos graneleiros, que estão sendo construídos pela Cotriguaçu, pool de cooperativas do Oeste do Paraná. Foto: Jorge Woll

Ferroeste terá dois novos silos com investimentos da Cotriguaçu

O Centro Logístico da Ferroeste, em Cascavel, vai ganhar dois novos silos graneleiros, que estão sendo construídos pela Cotriguaçu, pool de cooperativas do Oeste do Paraná. Estão sendo investidos R$ 39,4 milhões na ampliação da capacidade de armazenagem na área perto do terminal ferroviário. Com isto, o terminal da Ferroeste poderá estocar mais de 240 mil toneladas grãos ou de insumos, melhorando a estrutura para a produção agrícola da região. O investimento conta com financiamento do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).
“É o setor privado acreditando no potencial da Ferroeste e, em especial, nos investimentos em infraestrutura do governo estadual. Atualmente o Paraná já contabiliza mais de R$ 29 bilhões em investimentos privados que estão sendo aplicados no Estado”, disse o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Com a construção dos dois novos silos, o Centro Logístico da Ferroeste vai ampliar em 60% a capacidade de armazenagem de soja, milho e farelos de soja e de insumos agrícolas, como fertilizantes.
MELHOR ALTERNATIVA - Para o presidente da Ferroeste, João Vicente Bresolin Araújo, o complexo da Cotriguaçu contribui para reduzir o déficit de armazenagem na região Oeste. “Esses investimentos mostram que as cooperativas sabem que o modal ferroviário é a melhor alternativa para reduzir custos e aumentar a competitividade de seus produtos”, destaca.
O diretor-presidente do BRDE, Jorge Gomes Rosa Filho, afirma que a parceria do banco com a Cotriguaçu é estratégica. “A busca por alternativas que minimizem os problemas causados pela falta de infraestrutura logística no Brasil é louvável. No Paraná, a iniciativa da Cotriguaçu merece todo o crédito e justifica o apoio financeiro do BRDE, que procura atuar na indução do crescimento econômico do Estado”, disse o dirigente do banco público de fomento.
CONGELADOS – Além dos dois silos graneleiro, o projeto Terminal da Cotriguaçu envolve uma central de armazenagem frigorificada. Uma câmara, com capacidade para 10 mil toneladas, já está em operação. A previsão da central que reúne a Coopavel, C. Vale, Copacol e a Lar é de transportar, este ano, 800 contêineres frigorificados por mês.
A produção das cooperativas é destinada à exportação pelo Porto de Paranaguá, em operações realizadas em parceria com as empresas Brado e Ferroeste.
A Cotriguaçu prevê, ainda, a implantação de uma segunda câmara frigorificada, totalizando 22 mil toneladas de capacidade para congelados. O valor nas duas câmaras é de R$ 34,2 milhões – sendo R$ 20,3 milhões financiados pelo BRDE.
TERMINAL - O Terminal da Cotriguaçu, com área total de 170 mil metros quadrados, no km 574 da BR-277 (saída para Curitiba) está sendo construído em etapas. A primeira parte do projeto foi lançada no dia 14 de março de 2013. O terminal será um dos maiores complexos de recepção, armazenamento e transporte de cargas frigorificadas e contêineres do país.
Atualmente, o Centro Logístico da Ferroeste de Cascavel conta com empresas como a Cotriguaçu, Coopavel, Bunge, Cargill, AB Insumos.
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