O evento reuniu empresários do setor produtivo da região e apresentou as vantagem de exportar via Portos do Paraná. Foto: Pierpaolo Nota/APPA

Fórum debate logística para a região Noroeste

Os investimentos do Governo do Estado na área de infraestrutura e logística foram tema de um fórum nesta sexta-feira (14), promovido pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem). O evento reuniu empresários do setor produtivo da região e apresentou as vantagem de exportar pelos Portos do Paraná.

O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, apresentou os projetos e ações que são realizados em diferentes modais para desenvolver ainda mais o agronegócio e a indústria paranaense. “A intenção é demonstrar as atuações da secretaria, seja no porto, nas rodovias, ferrovias e aeroportos. As obras em andamento e as obras que estão prospectadas através do Banco de Projetos, principalmente para a região Noroeste”, disse.

PORTOS – Maringá é a cidade que mais exportou granéis pelos portos paranaenses em 2019. Foram mais de 3,2 milhões de toneladas de produtos, saídos da cidade. Destaque para o milho (1,4 milhão de toneladas) e a soja (1 milhão de toneladas).

A região Noroeste também tem potencial para um novo tipo de movimentação: o DDGS, sigla em inglês para o farelo de milho que é resultado da moagem do produto na produção de etanol. Em dezembro do ano passado, o Porto de Paranaguá fez o primeiro embarque do produto.

O diretor de Operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira, explica que a única fábrica de DDGS no Estado fica em Jandaia do Sul. “É uma nova possibilidade. A região já tem muita força na produção e exportação de açúcar, farelo, milho e soja”, disse.

Para Teixeira, esse tipo de evento é essencial para que os produtores conheçam o porto e as vantagens de exportar por Paranaguá e Antonina. “Nossos portos são as opções mais vantajosas para exportação e também para a importação de insumos. O Paraná está cada vez mais integrado e entender a logística é fundamental para o setor produtivo”, acrescentou.

RODOVIAS – No ano passado, 14.918 caminhões cruzaram as rodovias entre Maringá e Paranaguá. O diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem, Fernando Furiatti, falou sobre as obras que devem melhorar a malha viária. Ele detalhou as obras em estradas já finalizadas no Paraná, as que estão em andamento e como será o Banco de Projetos, em criação pelo Governo do Estado. “Vamos entregar a futuros governantes, para um período de 10 anos, projetos executivos prontos, para que possam executar obras sem o empecilho que temos hoje. Com isso entregamos para a população uma possibilidade de receber investimentos futuros com o menor tempo possível”.

Furiatti elogiou a integração entre governo do Estado, Senado e Governo Federal. “Temos um diálogo excelente com a equipe do Ministério da Infraestrutura e isso facilita o caminho para captar investimentos e realizar as obras necessárias”, salientou.

FERROVIA – O modal ferroviário foi responsável pela maior parte do transporte de cargas com origem em Maringá. O Porto de Paranaguá recebeu 45.167 vagões que saíram da cidade.

“A interação entre os diferentes modais melhora os custos logísticos e evita gargalos. Por isso, estamos promovendo uma reestruturação da empresa pública que administra as ferrovias estaduais.”, explicou o presidente da Ferroeste, André Luis Gonçalves.

EXPECTATIVA - José Roberto Matos, presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá, conta que os empresários da região estão se preparando para o futuro. “Queremos criar um caminho, junto com o setor público, para crescer. Nossos planos são para os próximos anos”.



Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br
O evento reuniu empresários do setor produtivo da região e apresentou as vantagem de exportar via Portos do Paraná. Foto: Pierpaolo Nota/APPA
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