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12/08/2019

Governo do Estado projeta economia de 16 milhões de reais com fusão de autarquias


O Governo do Paraná deu início à segunda etapa da reforma administrativa, que tem como foco a junção e reestruturação de autarquias. Nesta segunda-feira, o chefe da Casa Civil, Guto Silva, protocolou na Assembleia Legislativa três projetos de lei. O mais complexo trata da redução do Sistema Estadual de Agricultura, que deverá gerar uma economia de 16 milhões de reais por ano com a redução de cargos e de estrutura. A proposta prevê a fusão de Emater, Iapar e do CPRA, Centro de Referência em Agroecologia. Os três formariam um único órgão, que passa a chamar Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, e a liquidação da sociedade de economia mista Codapar, Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná. De acordo com Guto Silva, a reforma do Estado deve ser um dos legados da atual gestão. // SONORA GUTO SILVA // As outras duas propostas entregues à Assembleia Legislativa fazem modificações na finalidade e estrutura organizacional do Serviço Social Autônomo Paraná Projetos e do Simepar, que passa ser vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo e recebe o nome de Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná. O presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano, afirmou que a Casa vai dar a agilidade necessária aos projetos da reforma administrativa. Segundo o líder do Governo na Assembleia, deputado Hussein Bakri, a proposta é positiva e vai receber o apoio dos deputados. // SONORA HUSSEIN BAKRI // A primeira fase da reforma administrativa, que reduziu o número de secretarias de 28 para 15 e eliminou 339 cargos, foi votada e aprovada pelos deputados em abril. A economia com a redução e modernização da administração direta foi calculada em 10 milhões e 600 mil reais por ano. Com a entrega dos projetos de lei à Assembleia Legislativa, o Governo dá início à segunda etapa da reforma. A terceira e última etapa vai tratar da economia com estruturas e despesas dela decorrentes e de contratos. A estimativa é de que, somadas, três etapas possam poupar até 160 milhões de reais em quatro anos aos cofres públicos. (Repórter: Rodrigo Arend)


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