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02/11/2015

Paraná é referência para a saúde bucal no Brasil, de acordo com Ministério da Saúde


O trabalho desenvolvido na área de saúde bucal no Paraná foi destaque no Encontro Nacional de Coordenadores da área, em Brasília. No encontro, o coordenador da Rede de Saúde Bucal da Secretaria da Saúde do Paraná, Guilherme Graziani, apresentou a linha guia e diversos protocolos paranaenses. De acordo com ele, o sistema do Paraná está estruturado para atender toda a população. Os 399 municípios contam com equipes de saúde bucal e trabalham de maneira integrada seguindo a Linha Guia da Rede, lançada no ano passado pela Secretaria de Estado da Saúde. Segundo o coordenador da rede, Guilherme Graziani, a ferramenta que contribui com o trabalho dos profissionais das Unidades de Saúde dos municípios.// SONORA GUILHERME GRAZIANI// A pessoa já sai da Unidade de Saúde sabendo em que categoria de risco se enquadra, como vai ser o tratamento e o número de consultas que vai ter. Em casos mais graves, ela é encaminhada a hospitais de referência para receber o tratamento adequado. Desde o início do projeto, os profissionais passam por capacitações para estarem aptos a trabalhar com a Linha Guia da Rede de Saúde Bucal. A próxima capacitação vai ser nos dias 16 e 20 deste mês por videoconferência com as 22 regionais de saúde do Paraná. A meta do Estado, segundo Guilherme Graziani, é de que 100% das crianças nascidas neste ano cheguem aos cinco anos de idade, em 2020, sem cárie.// SONORA GUILHERME GRAZIANI// Para que a meta seja atingida, a Secretaria da Saúde faz o pré-natal odontológico dentro da Rede Mãe Paranaense. Além disso, o projeto Telessaúde, do Ministério da Saúde, foi estendido para a área odontológica no Paraná. O coordenador da Rede de Saúde Bucal conta que o profissional que atua nas Unidades Básicas de Saúde pode contar com a opinião de um especialista para auxiliar no diagnóstico do câncer bucal.// SONORA GUILHERME GRAZIANI// Para detectar o câncer bucal, a população precisa prestar atenção em feridas em toda a região da boca e que não cicatrizam por mais de 15 dias. A Secretaria da Saúde alerta que é importante ficar atento aos sinais, pois quando detectado no início, as chances de cura são altas. (Repórter: Priscila Paganotto)


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