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17/11/2014

Governo do Paraná lança livro de ensino religioso escrito por professores da rede estadual


Os professores de ensino religioso contam com uma nova fonte de conteúdo para as atividades em sala de aula. Nesta segunda-feira, foi lançado o livro “Ensino Religioso: diversidade cultural e religiosa”, produzido por professores de escolas estaduais e organizado pela Secretaria Estadual da Educação, em parceria com a Assintec, Associação Inter-religiosa de Educação. O lançamento foi feito pelo governador em exercício, Flávio Arns, em solenidade no Palácio Iguaçu, em Curitiba, com a presença de professores e lideranças religiosas. O evento contou com apresentações musicais e contação de histórias. Flávio Arns ressaltou a importância de melhorar a formação teórica dos professores do ensino religioso.// SONORA FLÁVIO ARNS// O livro contempla as diferentes tradições e as quatro matrizes existentes: Africana, Indígena, Ocidental e Oriental. Serão distribuídos quatro mil exemplares às escolas da rede estadual de educação e também será disponibilizada a versão online no Portal da Secretaria da Educação. O presidente da Assintec, o padre Carlos Chiquim, explica que o material não prioriza uma religião em detrimento de outras formas de culto, mas mostra a heterogeneidade de práticas religiosas.// SONORA PADRE CARLOS CHIQUIM// O secretário de Educação, Paulo Schmidt, também defendeu o ensino religioso amplo e pluralista nas escolas públicas.// SONORA PAULO SCHMIDT// O livro foi elaborado por 18 professores da rede estadual de ensino. A professora Gisele Feldmann, da Escola Estadual Astolpho Macedo Souza, de União da Vitória, no Sul do Estado, é uma das autoras. Gisele escreveu o capítulo sobre festas e danças religiosas e conta que o lançamento do livro é um momento histórico.// SONORA GISELE FELDMANN// Conforme instrução da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a disciplina de Ensino Religioso deve ser obrigatoriamente ofertada pelas escolas públicas de ensino fundamental. O ensino deve promover a diversidade religiosa e a pluralidade cultural, sendo facultativo ao aluno optar, no ato da matrícula, por frequentar ou não as aulas. (Repórter: Priscila Paganotto)


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